Perspectiva Inglesa da Sociologia – Um Resumo

O mundo atual está se mostrando muito globalizado, reflexo direto das ações acontecidas na idade média, quando os primeiros colonizadores europeus resolveram buscar as novas terras que, segundo relatos, existiam no lado oeste do planeta, embora muitas pessoas acreditem que a chegada deles até as futuras terras da América não teria passado de coincidência. Até hoje, muitos professores repassam a ideia de que Pedro Álvares Cabral, uma das figuras mais importantes desse movimento, “errou” a rota de navegação até as Índias orientais (onde hoje está situada a Índia) e acabou parando em uma porção de terra bastante significativa.

E, diferente ainda do que é pregado por alguns professores, a colonização europeia não foi de bom grado e com sentimento de compaixão por quem aqui habitava. A história da colonização foi marcada por muito sangue, dominação e humilhação, pois os europeus se julgavam “superiores” aos nativos daqui, impondo não só a dominação, como a sua cultura e também religião, já que, nessa época, o Cristianismo era a religião dominante na Europa, sendo difundida em todos os países colonizados.

Se analisarmos os países que realizavam colonização, podemos chegar à conclusão de que eles são altamente desenvolvidos, tanto na economia quanto na educação e tecnologia, e, muitas vezes, é um alvo de várias pessoas que moram em países subdesenvolvidos, e que sonham em condições melhores de vida.  O Brasil, por exemplo, não se enquadra mais em um país “subdesenvolvido”, mas sim, num país emergente, no qual falta poucos requisitos para se transformar num país de primeiro mundo, assim como a Rússia, China, Índia e África do Sol. Curiosamente, esses países com inclusão do Brasil formam o grupo dos BRICS, que são os países com maiores possiblidades de emergir de um estado emergente para uma nação totalmente desenvolvida.

Apesar de muitos países desenvolvidos serem desejados por conta de seus atributos econômicos, tecnológicos e sociais, muito se têm discutido sobre o futuro: será que esses países, acostumados com o título de “desenvolvidos”, conseguirá sobreviver ao estagno que pode vir a atingir a economia desses países? É o que será debatido nesse artigo, que irá falar um pouco sobre a perspectiva inglesa sobre a economia mundial, além de mostrar algumas curiosidades sobre essa perspectiva, que, a cada dia mais, vem ganhando admiradores.

A Perspectiva Inglesa em Debate

Os países desenvolvidos sempre foram alvo de muita especulação, admiração e, também, um pouco de inveja, pois muitos se estabeleceram na época das Grandes Navegações. Alguns arriscam a dizer que as riquezas tiradas das colônias que hoje são países independentes podem ter contribuído para a “boa situação” dos países desenvolvidos. Outros indicam ainda que os trabalhos realizados em países onde a mão de obra é barata – como a China, por exemplo – pode fazer com que as multinacionais, cujas sedes são, geralmente, em países ricos, acumulem ainda mais capital, o que engrandece a economia desses países.

E, como podemos observar, a taxa de crescimento de tais países atingiu índices antes nunca imaginados, o que pode, de certa forma, nunca serem atingidos por outras nações. E é aí que mora o problema: com um nível estupendo de crescimento, a impulsão por buscas de novas tecnologias e o desenvolvimento das mesmas ficam comprometidas, pois tende-se a somente investir naquilo que vem dando ou certo, ou seja, pensa-se somente a curto prazo.

Com isso, fica a pergunta: qual será a escapatória que esses países terão quando todos os recursos ficarem escassos, nesse caso, a tecnologia não conseguir mais se desenvolver a ponto de trazer recursos e desenvolvimento a esses países?

Analistas dizem que essas opções, ainda, não podem ser levantadas, justamente pela dificuldade de encontrar caminhos alternativos de desenvolvimento nesses países. Além disso, a crise econômica que atingiu o planeta em 2008 e ainda têm resquícios pelo mundo deixa essa tarefa ainda mais difícil.

A preocupação com a economia dos países ricos não é recente, já que, há alguns anos, a taxa de crescimento da maioria desses países estagnou-se, até apresentar decrescimento. É válido acrescentar que, apesar de apresentar estagnação e, até mesmo, decair, as taxas de crescimento desses países ainda se mantém alta, o que revela que, se um dia essas economias vierem a ruir, pode ter a certeza que irá demorar, e muito.

Mas, sabemos que as decisões acertadas devem sempre ser tomadas antes de uma catástrofe se anunciar, ou, ate mesmo, para poder ter um plano B quando algo inesperado acontece, como a crise econômica de 2008.

Sobre O Que Mais Fala A Perspectiva Inglesa?

Além de alertar para o risco do declínio contínuo do crescimento da economia dos países desenvolvidos, a perspectiva inglesa fala da “reviravolta” dos países ditos subdesenvolvidos e emergentes, no qual se encaixa o Brasil. A perspectiva ainda dá uma boa notícia ao país do futebol, dizendo que, por conta de possui um vasto território, contendo riquezas naturais, a economia do país é bastante diversificada, o que auxilia a busca por novos tipos de investimentos e, consequentemente, o país se desenvolve. Além disso, as taxas de juro e inflação tendem a ficar baixas, além de a dívida externa, maior problema dos países ricos, incluindo os EUA, está a níveis baixíssimos nunca antes registrados, além, é claro, da grande reserva internacional que o país possui. O único ponto a se ponderar nesse caso é o gasto público interno, que ainda é muito alto e mal organizado, o que impede o país de crescer ainda mais e, então, conseguir competir de igual para igual com os outros países.

Como O Brasil Pode Crescer?

Essa é uma pergunta delicada de se fazer, mas, ao mesmo tempo, pode ser facilmente compreendida: O Brasil é reconhecido no mundo por conta do seu tamanho e pela enorme presença de recursos naturais, principalmente da água, que é um bem que está em maior déficit no mundo atualmente. Ou seja, o país tem tudo para figurar entre os países desenvolvidos. Os únicos encalços a serem superados são a corrupção, que é um dos maiores males brasileiros, além do investimento pesado em educação básica, média e, claro superior, fortalecendo os laços de pesquisas nas Universidades, além de dar atenção maior à indústria.

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Categoria(s) do artigo:
Antropologia

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